Você já se perguntou por que muitos homens, mesmo que estejam comprometidos, continuam olhando para outras mulheres? Bem, nós temos a resposta para isso.
Um professor de Prager esclareceu essa dúvida. Ele diz que os homens olham para outras mulheres simplesmente porque elas são “outras mulheres”.
De acordo com o acadêmico, da Universidade Prager, na América, a boa notícia é que, apesar da maioria dos homens ficarem excitados por outras formas femininas, isso não significa que eles estão insatisfeitos com a sua própria parceira.
Professor da Universidade Prager, na América, revelou motivo que faz com que os homens, mesmo que estejam comprometidos, olham para outras mulheres.
Por outro lado, mesmo os homens em relacionamentos felizes encontram algumas mulheres mais atraentes que as suas.
Mas, segundo o professor, olhar outras mulheres de biquíni enquanto está na praia com a namorada não é o fim do mundo para a parceira.
Ele diz que apesar do homem perdendo alguns segundos para admirar outra mulher, é provável que ele se esquecerá dela logo depois que ela sumir de seu campo de visão.
Ele acrescentou: “Os homens acham outras mulheres atraentes apenas porque elas são outras mulheres. Os homens são programados pela natureza para querer variedade, de fato variedade infinita.”
O professor afirma ainda que, se um relacionamento é sólido, não há motivos para as mulheres se preocuparem.
Ele disse: “Mais do que qualquer outra pessoa no mundo, ele quer você. E se você não acredita em mim, pergunte a ele.”
Pesando 80 quilos, o cão Hulk chama atenção das pessoas por ser o maior pit bull do mundo.
O gigantesco animal, que tem apenas 17 meses de vida, certamente ainda crescerá bastante, o que deixa as pessoas ainda mais espantadas.
Seus orgulhosos proprietários, Marlon e Lisa Grennan, de New Hampshire (EUA), dizem que seu cão de estimação é de total confiança, e o deixa cuidar de seu filho de 3 anos de idade, apesar da reputação da raça ser violenta e agressiva. Mas as fotos abaixo mostram momentos felizes da criança montada no animal.
Grennan afirma que os pitbulls são bastante carinhosos, e no caso de Hulk, ela diz que já está apto para conviver em harmonia familiar.
Pit bull Hulk pesa 80 quilos e possui somente 17 meses de vida, continuando a crescer e deixando donos espantados com seu imenso tamanho.
Mas mesmo assim ela conta que sabe que Hulk poderia até mesmo matar alguém com sua força, caso aconteça uma situação ruim na hora errada.
Hulk tem quase três vezes o tamanho de um animal de sua raça. Ele é alimentado todos os dias com uma dieta rica em proteína, com suplementos de carne moída.
Investigação apontou que mulheres juntavam lixo há 30 anos em Ribeirão. Materiais retirados de imóvel lotaram 35 caminhões; irmãs foram internadas.
Polícia encontrou R$ 7,9 mil em casa de acumuladoras em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
A Polícia Civil encontrou R$ 7,9 mil em dinheiro no meio de todo lixo retirado da casa de duas irmãs acumuladoras na Vila Tibério, zona oeste de Ribeirão Preto (SP). A limpeza na casa das mulheres começou na semana passada e só foi concluída nesta segunda (2). Ao todo, foram retirados 35 caminhões de lixo.
Brasília Sueli Guaitilli, de 60 anos, e Marlene Tereza Guaitilli, de 64, foram tiradas à força do imóvel após denúncia da família ao Ministério Público (MP). Desde o dia 25 de fevereiro, elas estão internadas no Hospital Santa Tereza, para tratamento psiquiátrico.
Policiais e funcionários da Secretaria de Saúde e Infraestrutura já haviam localizado R$ 2,1 mil divididos em sete sacolas, na semana passada. Após a conclusão da limpeza, alguns objetos foram deixados na casa de Cleusa Guaitlli do Nascimento, irmã das idosas, que denunciou o caso.
"Eram peças de um enxoval que uma delas acumulava em um quarto. Tentamos não destruir aquilo e deixamos na casa da irmã delas", afirmou o delegado Luiz Geraldo Dias, responsável pelo caso.
Idosa discute com delegado para sair de imóvel com lixo acumulado em Ribeirão (Foto: Paulo Souza/EPTV)
Dias, no entanto, acredita que mais dinheiro possa ter se perdido em meio ao material retirado da casa das idosas.Na manhã desta terça (3), Cleusa encontrou no meio do material uma sacola, aparentemente com papel. Quando abriu, encontrou mais R$ 5,8 mil em cédulas, além de cartões antigos de bancos e anotações de depósitos em contas-corrente e contas-poupança – o que totalizou R$ 7,9 mil em dinheiro encontrados no meio do lixo.
"Tudo o que elas ganhavam, elas escondiam em sacolas no meio dos lixos. Era impossível abrir sacola por sacola, uma vez que tudo estava misturado com comida, sujeira e fezes de ratos. Acredito que muito dinheiro tenha ido para o lixo", afirma o delegado.
O caso A situação das idosas foi levada ao MP pela irmã das idosas, Cleusa Guaitilli do Nascimento. “Procurei ajuda para ver se tiravam elas da sujeira, é muito triste ver tudo isso”, disse. Segundo Cleusa, há outros casos do transtorno compulsivo na família.
Irmãs acumuladoras foram internadas em hospital psiquiátrico da cidade (Foto: Reprodução/EPTV)
A partir da denúncia do MP, a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) retiraram as irmãs da casa. As duas viviam em situação precária no bairro Vila Tibério. Embora tenham resistido, elas foram levadas do imóvel e encaminhadas para tratamento psiquiátrico.
Limpeza Segundo o delegado, a limpeza da propriedade, que tem duas casas no terreno, acabou às 15h de segunda-feira, depois de um trabalho envolvendo a polícia, as secretarias de Saúde e Infraestrutura, a Vigilância Sanitária e a Divisão de Controle de Vetores.
Dias afirmou que a quantidade de entulho era tão grande – em alguns cômodos, alcançando o teto – que obrigava as idosas a andarem agachadas pelas casas.
Funcionários da prefeitura fizeram uma relação dos materiais encontrados em boas condições e que serão entregues aos familiares. Segundo a administração municipal, a equipe de trabalho conta com dez profissionais da Secretaria de Infraestrutura e 25 profissionais da Divisão de Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria de Saúde.
O inquérito da Polícia Civil deve ser encerrado na próxima semana, assim que os laudos médicos e da perícia científica forem entregues. O caso passará a ser acompanhado pela Justiça e pela Secretaria de Assistência Social, que determinarão o responsável legal pelas propriedades e os profissionais que farão os acompanhamentos médico e psicológico das irmãs.
Na terça-feira, moeda avançou 1,14% ante o real, a R$ 2,928 na venda. Investidores têm mostrado menor apetite por ativos brasileiros.
O dólar opera em forte alta nesta quarta-feira (4), e alcançou os R$ 3 no início desta tarde, segundo a Reuters. Se encerrar o dia acima desse patamar, será a primeira vez que isto acontece desde 16 de agosto de 2004, quando a moeda encerrou o dia vendida a R$ 3,0146.
Por volta das 14h20, o dólar era vendido a R$ 2,984, em alta de 1,91%. Por volta de 13h, chegou a atingir R$ 3,001.
Os mercados reagem à derrota do governo pelo ajuste fiscal na noite de terça-feira, quando o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, surpreendeu o Executivo com a rejeição da medida provisória 669. Ao reduzir desonerações para vários setores, a medida aumentaria a arrecadação do governo.
Escalada do dólar
Cotação de US$ 1, em R$
"Ninguém sabe onde [o dólar] vai parar, é uma barbárie", resumiu, à Reuters, o gerente de câmbio da corretora BGC Liquidez, Francisco Carvalho.
"O dólar já estava em uma tendência de alta em função dos fundamentos deteriorados. Agora, há esse 'a mais', que é o cenário político conturbado dificultando a implementação do ajuste fiscal", disse também à Reuters o analista da WinTrade Bruno Gonçalves, que não tem expectativas de alívio no câmbio no curto prazo. Com isso, cresce a ansiedade do mercado sobre o futuro do programa de intervenção do Banco Central no câmbio.
Na terça-feira, o câmbio fechou a R$ 2,928 na venda, maior nível desde 2 de setembro de 2004, quando foi a R$ 2,940.
As vendas no varejo na zona do euro cresceram em janeiro ao ritmo mais rápido desde maio de 2013, bem mais que o esperado. Os dados foram vistos como o sinal mais recente da melhora da confiança dos consumidores num bloco que busca superar a estagnação econômica.
No cenário interno, investidores têm mostrado menor apetite por ativos brasileiros diante da perspectiva de que, mesmo se o ajuste for bem-sucedido em resgatar a credibilidade da política fiscal, a inflação no Brasil deve fechar 2015 acima de 7% e o país deve mostrar contração econômica.
Atuação do BC A pressão sobre o câmbio tem sido corroborada também por ruídos sobre a intervenção do BC, que sinalizou que deve rolar perto de 80% do lote de swaps cambiais (equivalente à venda de dólares no mercado futuro) que vencem em 1º de abril, uma posição vendida de US$ 9,964 bilhões. Nos últimos meses, o BC fez rolagens integrais.
Segundo analistas, à medida que o mês se aproximar do fim, investidores devem pressionar cada vez mais o BC a se posicionar sobre o futuro do programa de ofertas diárias.
Nesta quarta, o BC dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de fevereiro de 2016.
Estudo identifica capacidade de países de expandirem acesso à rede. Na lista, Brasil fica atrás de Costa Rica, Colômbia, Turquia, Malásia e Peru.
O Brasil tem apenas a sexta internet mais acessível entre os países emergentes e em desenvolvimento, aponta estudo divulgado nesta quarta-feira (4) na Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, pela Alliance for Affordable Internet. O grupo, formado por empresas como Google e Ericsson e organizações setoriais como a Web Foundation, se reúne e discute questões para tornar a sociedade mais conectada.
Os 51 países presentes no Índice de Acessibilidade foram analisados conforme dois níveis: um que mensura infraestrutura de rede, dimensão dos serviços prestados e políticas governamentais de incentivo à ampliação da estrutura; e outro que mede adoção de banda larga e incentivos públicos para tornar mais viável a contratação de pacotes de internet.
A nota final, responsável pela classificação dos países, é uma média dos dois subniveis, que variam de 0 a 100. Quanto maior o índice final, maiores níveis de penetração de internet e condições para torná-la mais acessível.
Na sexta posição, o Brasil fica atrás de Costa Rica (1º), Colômbia (2º), Turquia (3º), Malásia (4º) e Peru (5º).
Grande poder econômico não significa boas posições no ranking. A China, maior potênica econômica mundial, ocupa apenas a 23ª colocação. O que importa é combinar os recursos disponíveis para dar acesso à rede a mais pessoas.
A líder Costa Rica tem uma moderna infraestrutura de rede, o que permite que 88% de sua população esteja online. Recentemente, o governo criou o Fundo Nacional das Telecomunicações (Funotel) para levar conexões a escolas, instituições de saúde e órgãos públicos. Também destina recursos para a instalação de fibra ótica e torres de celular na zona rural. O que pesou realmente, porém, foi a Estratégia Nacional de Banda Larga, que conseguiu reduzir os preços da banda larga móvel para cerca de 1% da renda mensal da população. Os pacotes caíram pela metade em 2014.
Banda larga é cara
Veja lista com países emergentes e subdesenvolvidos com internet mais acessível
1- Costa Rica
63,4%
2- Colômbia
63,1%
3- Turquia
62,4%
4- Malásia
61,5%
5- Peru
59,6%
6- Brasil
57,6%
7- Mauritânia
57,2%
8- Equador
52,3%
9- Argentina
51,8%
10- Ruanda
51,6%
Na ponta oposta, o Iêmen é o pais com a internet menos acessível, devido aos problemas políticos e de segurança nacional que enfrenta. A operação de novas operadoras de telefonia foi liberada, mas é o governo que lidera as iniciativas.
Segundo o estudo, quase 60% da população mundial está fora da internet, principalmente por falta de disponibilidade do serviço ou porque os serviços são oferecidos a preços impagáveis. A maior parte das pessoas desconectadas está em países em desenvolvimento, nos quais quase 70% dos domicílios ainda estão offline.
Diferentemente de estudos recentes, que mostram preços decrescentes para serviços de internet, nos 51 países analisados, o custo da banda larga fixa consome em média 40% da renda doméstica – há países em que a conta consome 5,5% dos ganhos pela família no fim do mês, mas há aqueles em que esse impacto pode chegar a 114,5%. Isso em um grupo de países onde a população, segundo o Banco Mundial, vive com menos de US$ 2 por dia.
Considerando que a Organização das Nações Unidas (ONU) julga aceitável pagar até 5% da renda mensal por banda larga, todos os países listados estão em desacordo com os níveis de acessibilidade da comunidade internacional.
As maiores altas foram em Natal, Salvador, João Pessoa e São Paulo. O maior custo da cesta foi identificado em São Paulo (R$ 378,86).
Preço da cesta básica subiu em 14 capitais (Foto: Reprodução/TV Morena)
A cesta básica de alimentos registrou alta em fevereiro em 14 das 18 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza o levantamento.
As maiores altas foram apuradas em Natal (4,36%), Salvador (4,17%), João Pessoa (2,69%) e São Paulo (2,06%). As maiores retrações foram em Porto Alegre (-2,02%), Campo Grande (-0,96%), Florianópolis (-0,24%) e Aracaju (-0,06%).
O maior custo da cesta foi identificado em São Paulo (R$ 378,86), seguido de Florianópolis (R$ 359,76) e Rio de Janeiro (R$ 357,27). Os menores valores médios se deram em Aracaju (R$ 264,67), João Pessoa (R$ 286,22) e Natal (R$ 289,65).
Em 12 meses, entre março de 2014 e fevereiro de 2015, o preço da cesta acumulou aumento em 18 capitais, com destaque para Brasília (20,48%), Salvador (18,60%), Goiânia (18,28%), Aracaju (17,33%), São Paulo (16,45%) e Curitiba (16,41%). As menores altas aconteceram em Manaus (2,95%) e Belém (5,36%).
Preços de produtos Em fevereiro, produtos como feijão, tomate, café em pó e óleo de soja tiveram predominância de alta nos preços das capitais. Já o açúcar e a batata, pesquisada nas regiões Centro-Sul, apresentaram retração na maioria das capitais.
O feijão aumentou em 17 das 18 cidades em fevereiro. O tomate subiu em 16 das 18 cidades, com destaque para as taxas de Salvador (34,03%), Natal (23,30%) e João Pessoa (19,75%). O café em pó apresentou elevação de preço em 15 cidades. As altas variaram entre 0,22%, em Recife, e 9,06%, em Aracaju. O óleo de soja teve elevação em 13 cidades. As maiores altas foram em Porto Alegre (4,52%), Recife (3,86%) e Campo Grande (3,77%).
Já o açúcar teve redução de preço em 11 cidades. As taxas oscilaram entre -5,04%, em Belo Horizonte, e -0,55%, em São Paulo. A batata teve o preço reduzido em 9 das 10 cidades do Centro-Sul, onde é coletada. A única alta ocorreu no Rio de Janeiro (1,81%). Nas demais cidades, as taxas oscilaram entre -31,23%, em Florianópolis, e -4,00%, em Vitória.
A carne bovina, produto de maior peso na composição da cesta básica, ficou mais cara em 9 capitais e teve o preço se reduzido em outras 9. As altas mais expressivas ocorreram em Florianópolis (4,99%), Curitiba (4,19%), Manaus (3,57%) e Campo Grande (1,70%). Já o preço do leite recuou em 9 das 18 cidades pesquisadas e aumentou em outras 9. As altas variaram entre 0,38%, em Campo Grande, e 7,33%, em Florianópolis.
A produção da indústria brasileira avançou 2% em janeiro na comparação com o mês anterior, após registrar perdas de 1,1% em novembro e de 3,2% em dezembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Foi a maior alta registrada desde junho de 2013, quando ficou em 3,5%.
Já no acumulado dos últimos 12 meses, houve recuo de 3,5%, mantendo a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2%). Trata-se do resultado negativo mais intenso desde janeiro de 2010, quando foi de -4,8%.
Em relação a janeiro de 2014, a queda foi de 5,2% no primeiro mês deste ano.
Segundo o gerente da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), André Macedo, “a alta é boa, mas não animadora. É um aumento de ritmo, mas não altera em nada o panorama de menor intensidade que a produção industrial nos mostra”, segundo informa o ValorOnLine.
“Esse crescimento acontece sobre uma comparação baixa e tem uma questão importante da volta de trabalho após as férias de dezembro”, analisou Macedo. “Não recupera a perda recente e tampouco reverte o desempenho negativo”.
Macedo ainda não vê uma recuperação da indústria nos próximos meses. “O baixo índice de confiança do consumidor, a restrição nas rendas das famílias, na medida que está mais comprometida com dívidas, o crédito mais caro acaba jogando contra, e no cenário econômico internacional permanece num campo adverso devem manter a indústria em trajetória descendente, disse, segundo o ValorOnLine.
Influências positivas e negativas A expansão em relação a dezembro foi influenciada por duas das quatro grandes categorias econômicas: bens de capital (como máquinas e equipamentos) e bens intermediários (matérias-primas).
Produção de caminhões cresceu em janeiro (Foto: Divulgação/Mercedes-Benz)
Os bens de capital assinalaram expansão mais acentuada em janeiro de 2015, ao avançar 9,1%. O resultado foi influenciado principalmente pela produção de caminhões, que teve o maior crescimento desde julho de 2014 (14,7%).
O segmento de bens intermediários (0,7%) também mostrou taxa positiva após sequência de quedas desde setembro de 2014.
Os setores produtores de bens de consumo duráveis, como eletrodomésticos, e de bens de consumo semi e não duráveis, como roupas e alimentos, registraram resultados negativos em janeiro pelo quarto mês consecutivo, com redução de 1,4% e de 0,3%, respectivamente.
Também influenciaram na alta da produção 13 dos 24 ramos pesquisados. O principal impacto positivo veio dos produtos alimentícios, que avançaram 3,9%, eliminando parte da perda de 4,5% acumulada nos meses de novembro e dezembro.
Outras contribuições positivas vieram das atividades de máquinas e equipamentos (7,6%), metalurgia (5,4%), indústrias extrativas (2,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9%). Já o pior desempenho veio de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,8%), perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (-4,8%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-5,8%).
Comparação com 2014 Na comparação com janeiro de 2014, houve queda nas quatro grandes categorias econômicas, em 20 dos 26 ramos e em 65,6% dos 805 produtos pesquisados. Janeiro de 2015 teve um dia útil a menos do que o mesmo mês do ano anterior.
A atividade de veículos automotores, reboques e carrocerias exerceu a maior influência negativa (-18,2%), pressionada pela redução na produção de aproximadamente 81% dos produtos investigados, especialmente automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, carrocerias para caminhões, reboques e semirreboques e autopeças.
Outras contribuições negativas vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,1%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-23,2%) e máquinas e equipamentos (-10,9%).
Entre as seis atividades que aumentaram a produção, o principal impacto veio das indústrias extrativas (10,4%), resultado impulsionado pelos avanços em minérios de ferro pelotizados e óleos brutos de petróleo.
Menor produção de eletrodomésticos influenciou queda na comparação com 2014
Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (-16,4%) e bens de consumo duráveis (-13,9%) tiveram as reduções mais acentuadas. A menor produção desta última categoria foi influenciada por reduções de jornadas de trabalho e pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas de automóveis e eletrodomésticos da linha marrom.
Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis e de bens intermediários também tiveram queda em relação ao mesmo mês de 2014, de 5,3% e 2,4%, respectivamente.
No caso dos bens de consumo duráveis, bens de capital e bens intermediários, as quedas significam o 11º resultado negativo consecutivo.
A queda na produção de bens de consumo semi e não-duráveis foi o quarto resultado negativo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior e o mais intenso desde abril de 2009 (-6,2%), explicado pelos recuos nos grupos de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-4,1%), de semiduráveis (-8,6%) e de não-duráveis (-5,5%).