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A ex-ministra da Secretaria de políticas para Mulheres, deputada Iriny Lopes (PT-ES), protocolou nesta terça-feira, dia 2, na Mesa Diretora da Câmara um requerimento pro quebra de decoro contra o presidente da Comissão de Direitos Humanos na Casa, pastor Marco Feliciano (PSC-SP), pedindo a investigação da declaração do parlamentar de que o colegiado era "dominado por Satanás".
“É inaceitável que um deputado faça esse tipo de declaração, ferindo a honra e a imagem dos nobres colegas que atuam com dedicação e firmeza, para a promoção e valorização dos direitos humanos”, disse Iriny, que presidiu a Comissão em 2006.
"Pode-se concluir que o referido parlamentar faltou com respeito com os colegas parlamentares e também com a imagem da instituição, infringindo o que preceitua o Código de Ética.”
O requerimento deve ser analisado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que decidirá se envia à corregedoria da Casa. Caso isso ocorra, o corregedor deve fazer um relatório defendendo o encaminhamento do pedido ao Conselho de Ética, que deve votar se cassa ou não o mandato do parlamentar. Em caso de cassação, a posição precisará ser referendada pela maioria absoluta do plenário.
Ex-ministra protocola requerimento contra Feliciano por quebra de decoro
A ex-ministra da Secretaria de políticas para Mulheres, deputada Iriny Lopes (PT-ES), protocolou nesta terça-feira, dia 2, na Mesa Diretora da Câmara um requerimento pro quebra de decoro contra o presidente da Comissão de Direitos Humanos na Casa, pastor Marco Feliciano (PSC-SP), pedindo a investigação da declaração do parlamentar de que o colegiado era "dominado por Satanás".
“É inaceitável que um deputado faça esse tipo de declaração, ferindo a honra e a imagem dos nobres colegas que atuam com dedicação e firmeza, para a promoção e valorização dos direitos humanos”, disse Iriny, que presidiu a Comissão em 2006.
"Pode-se concluir que o referido parlamentar faltou com respeito com os colegas parlamentares e também com a imagem da instituição, infringindo o que preceitua o Código de Ética.”
O requerimento deve ser analisado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que decidirá se envia à corregedoria da Casa. Caso isso ocorra, o corregedor deve fazer um relatório defendendo o encaminhamento do pedido ao Conselho de Ética, que deve votar se cassa ou não o mandato do parlamentar. Em caso de cassação, a posição precisará ser referendada pela maioria absoluta do plenário.
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Ex-ministra protocola requerimento contra Feliciano por quebra de decoro
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